Nesta seção, Think Tank ,serão publicados artigos sobre mobilidade urbana, logística e planejamento das cidades; transmitidas palestras e informadas agendas, criando um espaço que se ampliará como um núcleo de pensamento capaz de testar novas idéias e formular cenários
para empresas e governos.

ARTIGOS

Cyro Laurenza, o novo presidente do Conpresp

O presidente do Conselho do iDESTRA, engenheiro Cyro Laurenza, em 1º de março corrente, foi nomeado novo presidente do Conpresp - Conselho Municipal de Preservação do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental da Cidade de São Paulo. A posse está programada para o próximo dia 7. Criado em 1985 e instalado definitivamente em 1988, o Conpresp delibera sobre o tombamento dos bens móveis e imóveis, tangíveis e intangíveis da cidade, inclusive definindo a dimensão da área tombada entorno do bem.

Este Conselho é formado por representantes da secretaria Municipal de Cultura, no caso o presidente Laurenza; pela presidente do DPH- Departamento do Patrimônio Histórico, Mariana Souza Rolim; pelos representantes das secretarias municipais da Justiça, secretário Anderson Pomini, e Urbanização e Licenciamento (antiga secretaria de Desenvolvimento Urbano), respectivamente, Flavia Taliberti Pereto e Ronaldo Berbare. Integram, ainda, o Conpresp as instituições profissionais CREA, representado por Vitor Chuster; IAB por Silvio Oksman e OAB pelo advogado Marcelo Manhães de Almeida; e um membro da Câmara dos Vereadores da Cidade, a vereadora Aline Cardoso.

Cyro Laurenza pretende criar no Conpresp um espaço de consensos ”No qual, todos serão ouvidos, do proprietário do imóvel ao poder público e as entidades culturais, a fim de que os processos se agilizem, através do diálogo e do emprego de novas tecnologias de preservação. Assim, a cidade passa a cuidar de seus bens importantes, ocupando estes espaços e contribuindo para que o projeto do prefeito João Dória, São Paulo - Cidade Linda, se realize rapidamente. São Paulo precisa se transformar numa cidade magnética que atraia pelas oportunidades e bem estar.”, conclui Laurenza.
02mar17

 
Ferrovia: demanda reprimida Por: Artigo publicado na Revista Engenharia, n. 631/2016. Reprodução autorizada pelo Instituto de Engenharia

Em destaque na revista Engenharia, publicada pelo Instituto de Engenharia de São Paulo, Jean Carlos Pejo, diretor de Sistemas de Transporte do iDESTRA e Secretário Geral da ALAF-Brasil, reafirma que as novas ferrovias que devem ser construídas no Brasil precisam favorecer a expansão do agronegócio e estimular a criação das cidades inteligentes.

“O Brasil gasta 20% do PIB na logística de commodities, 8% a mais do que Alemanha, Japão e Estados Unidos. É preciso investir em manutenção e construção de ferrovias para atender à demanda reprimida por este modal no país.”

 
 
Cidades Magnéticas Por: Cyro Laurenza

Ao final do século que passou, o mundo acadêmico insistia com o término do “small is beatifull” julgando, pelo mercado, que este tempo tinha acabado. Erraram. O Mundo compreendeu que a verticalização exagerada para melhor aproveitamento da infraestrutura já implantada complicou a melhor maneira de administrar, viver, conviver e transitar em uma cidade. Os custos, em todos os setores, passaram a ser insustentáveis. Saiba mais.

Abordagem tecnológica do motor linear:
Alunos da FATEC- SJC, Faculdade de Tecnologia de São José dos Campos, elaboraram para os Anais da Faculdade, uma análise da aplicação do motor linear em transportes ferroviários de carga na perspectiva de abordagem tecnológica.
Embora este estudo tenha sido realizado em termos gerais, ressaltamos que o Instituto iDESTRA está empenhado em viabilizar uma inovação, o Sistema ECOTRANS, justamente transporte ferroviário de carga movido a motor linear em sistema shuttle, apto a avançar em contrafortes continentais ,como a Serra do Mar, transportando contêiners via férrea dos portos de Santos e São Sebastião para o planalto.Aqui, o estudo na integra da FATEC- SJC.
 
 
Avaliação de Desempenho do Projeto
Uma visão sistêmica Por: Ricardo Hunziker
Ao avaliar o desempenho de um projeto, sua qualidade estará diretamente relacionada ao grau de satisfação de seus requisitos de atendimento ao usuário final e a expertise da gestão de recursos e insumos
O conceito de qualidade não é caracterizado por uma definição própria, absoluta. Está sempre associado a outro atributo para se constituir um referencial. Dessa forma, estamos habituados a conferir qualidade ao belo, ao eficiente, ao seguro, ao funcional e assim por diante. Se essa discussão pode ser interessante do ponto de vista filosófico, por outro lado, em nada contribui para a busca da qualidade no âmbito de atuação da engenharia. Neste contexto, a qualidade está associada, principalmente, a eficiência e a eficácia. A eficiência, na busca pela minimização da quantidade de recursos e insumos utilizados em determinado processo, e a eficácia pretendendo o atendimento a requisitos do proprietário, do operador, do usuário.
 
Estrutura Analítica de Projeto (EAP) Ferroviário Por: Juvenal Mome
Hoje há no país consenso de que a ferrovia é um bem que jamais poderia ter sido destruído, resta reforçar a importância do projeto em empreendimentos ferroviários.
Neste artigo pretendemos fazer uma breve explanação de uma Estrutura Analítica de Projeto (EAP) para implantação de uma ferrovia que possa trafegar e transportar com produtividade e tecnologia de ponta mercadorias e passageiros. Esta estrutura é apresentada em anexo. A EAP indica rumos para que se tenha uma operação ferroviária com qualidade e produtividade, de tal modo que ela passe através de caminhos aonde sejam acessadas tecnologias de ponta, e se possa fazer manutenção preventiva e corretiva de qualidade.
 
 
Governança Corporativa entre a teoria e a prática Por: Raul Cavallari
A teoria da governança corporativa, muitas vezes resumida em molduras vistosas nas paredes das instituições e sem referência em seu cotidiano, pode (e muito) alterar o quadro de descalabro que às vezes se revela em praça pública. A ação do Conselho de Administração e dos gestores deve (e pode) fazer a diferença.

Vivemos um momento curioso no Brasil, em meio a tantas discussões sobre conselhos de administração e governança corporativa. Em boa parte de 2014 buscamos entender como é que empresas de grande porte, com conselhos de administração constituídos, regidos por princípios de governança inabaláveis, encontram dificuldade em explicar irregularidades ao mercado. O mesmo ocorre com organizações, mesmo sem fins lucrativos, que se valem de fundamentos de governança.

Tomo a liberdade de trazer os princípios de governança consagrados em códigos nacionais e internacionais que, aplicados e divulgados corretamente, poderiam contribuir (e muito) para evitar o quadro atual. Esta é a teoria.

O primeiro princípio é o da transparência que enfatiza, mais do que obrigação legal ou imposição de regulamentos, o desejo de entregar informações úteis e necessárias sobre o negócio. Transparência gera confiança interna e externamente à empresa. O segundo é o da equidade no tratamento a todos os sócios e partes interessadas, repudiando toda e qualquer política discriminatória. O terceiro é o da prestação de contas (accountability) sobre atos e omissões, aplicável a todos os agentes de governança, representados pelos membros do conselho de administração, executivos e gestores, conselho fiscal e auditores. Aqui, não cabem alegações sobre desconhecimento de fatos e práticas que afetem o desempenho da empresa. Finalmente, o quarto princípio trata da responsabilidade corporativa dos agentes de governança sobre a perpetuidade da organização, mantendo respeito ao ambiente social e à sustentabilidade na definição das estratégias empresariais.

Por que, então, não dá certo? Porque, na prática, não adianta ter princípios de governança decorando paredes e home pages se não são praticados. O Conselho de Administração deve cuidar e os gestores incentivar o comprometimento de todos com os princípios de governança corporativa.

Este artigo foi publicado em 12/01/2015 no Jornal CNC – Central de Noticia da Construção
 
Programa de integridade: porta aberta
para o compliance Por: Raul Cavallari
A lei anticorrupção que dispõe sobre a responsabilidade das pessoas jurídicas traz avanço institucional, fortalece a auditoria interna, incentiva denúncia de irregularidades e abre espaço para a aplicação efetiva dos códigos de ética e conduta, possibilitando maior prevenção à fraude na administração pública

Em diversas situações, as organizações tratam de questões sobre seus códigos de conduta. Neste artigo, desdobro o tema à luz da Lei 12846 (anticorrupção, ago13). O primeiro ponto a esclarecer é sobre a abrangência. Paira sentimento de que esta lei atinja as pessoas físicas, como dirigentes e funcionários das empresas envolvidas em atos de corrupção. Não é isso!!! Esta lei dispõe sobre a responsabilização administrativa apenas das pessoas jurídicas, pela prática de atos contra a administração pública, nacional ou estrangeira. Para as pessoas físicas, há extensa legislação para enquadrar diferentes práticas de atos ilícitos, referidos, em algumas esferas, como malfeitos.

A regulamentação da lei anticorrupção, pelo Decreto 8420 (mar15), traz importante avanço institucional à matéria, pela definição do programa de integridade que consiste de conjunto de mecanismos e procedimentos internos de auditoria e incentivo à denúncia de irregularidades, e na aplicação efetiva de códigos de ética e de conduta, políticas e diretrizes, com objetivo de detectar e sanar desvios, fraudes, irregularidades e atos ilícitos praticados contra a administração pública.

A definição do programa de integridade passa a ter, portanto, vital importância para incentivar a discussão de valores das organizações, pelo comprometimento da alta administração (começando pelos conselhos), clareza na definição de padrões de conduta aplicáveis a todos os colaboradores, estendendo seu alcance a seus prestadores de serviços e fornecedores.

Este novo contexto exige engajamento e treinamento da equipe, acompanhamento e avaliação de resultados, busca permanente da conformidade (compliance) com parâmetros de riscos e transparência de informações, mediante registros contábeis e controles internos, canais abertos para denúncias de irregularidades e medidas disciplinares em caso de violação dos princípios de integridade. São elas, sempre elas, as pessoas, que fazem acontecer.

Este artigo foi publicado em 11/06/2015 no Jornal CNC- Central de Noticia da Construção
 
 
Como e por quê discutir o futuro
das nossas cidades. Por: Jorge Francisconi
O artigo O Futuro das nossas cidades, assinado por Jorge Guilherme de Magalhães Francisconi, professor e consultor de mobilidade urbana, sustentabilidade e segurança fundiária, consultor do Instituto IDESTRA, reflete sobre o futuro das cidades; a necessidade da criação de um código urbanístico,
além de novos princípios que extrapolem o saber técnico - científico, a municipalização per si e reforce a cidadania plena como instrumento de gestão e planejamento do território.
 
Motor Linear: uma tentativa para acabar
com as controvérsias. Por: Cyro Laurenza

Por que não se utiliza motor linear no Brasil? Pense nisso.

As vantagens no modo ferroviário são tão evidentes, que é possível que estejamos perdendo a oportunidade de resgatar nossas ferrovias, construir novas e ampliar nossa modalidade de transportes regionais em menos tempo e com total aproveitamento dos recursos, financeiros e técnicos.

 
Megatendências
Mundiais 2030
Comitê VLT iDESTRA

O iDESTRA criou Comitê VLT - Veículo Leve sobre Trilhos - reforçando sua atuação em mobilidade urbana e logística, para contribuir para a promoção do conhecimento deste modal e sua inserção nos Planos Diretores das cidades brasileiras.

Coordenador Eng. Alfonso Arroyo

Membros: Eng. Fábio de Carvalho Macedo e Cláudio Zemella.

Ambiente: O VLT apresenta características próprias para operação e integração com outros modais de mobilidade. É preciso estabelecer parâmetros para que o País tenha condições de absorver e integrar tais características à estrutura de transportes disponível, em conformidade com padrões internacionais e características locais, além da necessidade de melhor conceituação na tipificação do VLT no panorama dos veículos sobre trilhos.

Responsabilidade: compete ao Comitê VLT avaliar as alternativas técnicas disponíveis, reunindo fornecedores e operadoras, sempre visando ao interesse público, com total independência em relação às soluções específicas dos atores do mercado. Suas recomendações e conclusões podem servir de subsídio para a normatização da matéria junto à ABNT- Associação Brasileira de Normas Técnicas. Complementam suas atribuições a organização de fóruns, workshops e reuniões para promover o conhecimento sobre VLT.

Experiência da equipe

Alfonso Arroyo, engenheiro eletrônico (UMC-1981), com larga experiência em Sistemas de Sinalização, Telecom, Supervisão e Controle Centralizado para Transportes sobre Trilhos. Participou da elaboração de propostas, especificações técnicas, engenharia de sistemas e gestão de projetos, com ênfase, nos últimos anos, em VLT, grande parte desenvolvida na Alstom por mais de 34 anos. Atualmente, é Consultor em Tecnologia para VLT e Auditor Independente de Segurança (ISA) de sistemas metro ferroviários, acreditado pela CERTIFER.

Fábio Macedo, engenheiro mecânico, mais de 32 anos de experiência em empresas como COSIPA, SIFCO, SIEMENS e BOSCH. Atuou em Controle de Qualidade, Engenharia Industrial, Vendas Técnicas de Equipamentos Diesel e Gerenciamento de Projetos de Desenvolvimento de Novos Produtos. Certificado pelo PMI – Project Management Institute e pela BOSCH como Certified Project Manager, onde foi responsável pela Instrução e Capacitação de Líderes de Projeto e equipes. Entre 1997 e 1999, direcionou suas pesquisas no setor ferroviário para VLT e trens de alta velocidade em Stuttgart, Alemanha.

Claudio Zemella, engenheiro eletrônico (ITA - 1985), mestre em Sistemas Digitais de Controle e Automação (POLI-USP – 1989) tem larga experiência no setor ferroviário. Ex-diretor presidente da InvensysRail Brasil (Grupo Siemens). Ocupou diretorias na Cibe Participações, Bombardier, Daimler ChrysleRail Systems e Asea Brown Boveri.

 
Publicações on line sobre VLT
A ABIFER – Associação Brasileira da Indústria Ferroviária e a ANTPT- Associação Nacional dos Transportes de Passageiros sobre Trilhos lançaram “VLT- Mobilidade Sustentável “ que aborda as principais características do meio e seu impacto positivo nas cidades, inclusive no Rio de Janeiro.
“VLT- Mobilidade Sustentável” lista, entre suas referências bibliográficas , “Super Trens - VLT – Veículos Leves sobre Trilhos” dos autores Fabio de Carvalho Macedo e Alfonso Arroyo , associados do iDESTRA e fundadores do Comitê VLT do Instituto. Acesse

Para sensibilizar os novos prefeitos que assumirão as prefeituras brasileiras no ano de 2017, a ANTPT publicou “Adesão que só o bom prefeito pode tomar!”, em referência ao VLT. Acesse
 
 
A ABRAMAT divulga
"O Perfil da Cadeia Produtiva da Construção e da Indústria de Materiais e Equipamentos Ed. 2015".
Um estudo completo sobre a estrutura e desempenho do setor que auxiliará no planejamento das empresas e pesquisas sobre construção civil no país. Obtenha no site www.abramat.org.br/site/lista.php?secao=9 download disponível.
 
Homenagem a Cyro Laurenza, presidente do Conselho do IDESTRA
Durante o jantar de encerramento do 24º Congresso Internacional do SAE – Brasil de Tecnologia da Mobilidade, em 24 de setembro no Center Norte-SP, o engenheiro Cyro Laurenza, presidente do Conselho do Instituto IDESTRA,
recebeu da entidade placa comemorativa à dedicação e trabalhos realizados no setor ferroviário. Entre 23 e 24 de setembro, SAE – Brasil, Sociedade de Engenheiros de Mobilidade, apresentou as últimas novidades da tecnologia do setor, premiou papers que se destacaram por idéias inovadoras e discutiu novos caminhos para a engenharia da mobilidade global, recebendo mais de 8,5 mil participantes.
Cyro, o Engenheiro, num país com 515 anos de equívocos
 
Convênio entre Institutos iDESTRA e Mauá de Tecnologia
Em 21 de agosto de 2015, o Instituto iDESTRA e o Instituto Mauá de Tecnologia assinaram convênio de cooperação técnica-científica e educacional, no qual o Centro Universitário e Centro de Pesquisas da
Mauá trabalharão junto com o iDESTRA em projetos de mobilidade urbana e logística visando troca de experiências, conhecimentos e inovação. A primeira parceria, em fase de elaboração, será na área educacional fortalecendo a proposta de promoção do conhecimento das duas instituições, Instituto Mauá de Tecnologia e iDESTRA.
 
 
Frente Parlamentar em Defesa da Malha Ferroviária Paulista
Está instalada na Assembléia Legislativa do estado de São Paulo, sob a coordenação do deputado Mauro Bragato (PSDB-SP), um grupo de estudos para avaliar e dar novas diretrizes à malha ferroviária do Estado.
Em 26/06/16, compareceram à Frente os engenheiros Cyro Laurenza e Jean Pejo, respectivamente, presidente do Conselho Diretor e diretor de Sistemas de Transportes. Laurenza demonstrou a necessidade de inovar no setor de carga ferroviária, apresentando o sistema ECOTRANS, veículo tipo ”shuttle” de transporte de contêiner, em via de rampa elevada em 10%, apto a transpor contrafortes continentais, como a Serra do Mar, ampliando significativamente o transporte de contêiner dos portos de Santos e São Sebastião para o planalto. Laurenza reforçou a necessidade de ativar as ferrovias para passageiros em São Paulo e no país, lembrando que as rodovias já estão em sua capacidade máxima, sem possibilidades de ampliação. Estudos e projetos de ferrovias regionais já concebidos para o Estado de S. Paulo, inclusive pelo próprio engenheiro, comprovam que concedendo maior mobilidade à população através da ferrovia, aumentam-se as ofertas de emprego e amplia-se a possibilidade de educação interregional, através de um meio de transporte não poluente. Laurenza, presidente da FEPASA na gestão do governador Andre Franco Montoro (1983-1986), destacou a importância da construção da malha ferroviária regional para passageiros em São Paulo e no país, informando que sua revitalização possibilitaria a mobilidade da população economicamente ativa na busca de novas frentes de trabalho e proporcionaria novas opções ao estudante que, não necessariamente, deve freqüentar uma Universidade ou escola técnica perto de sua casa. O engenheiro lembrou que , nos anos 90, a demanda por viagens de ônibus no Estado de São Paulo era semelhante a toda demanda por este modo nos Estados Unidos, concluindo que hoje e no futuro haveria demanda e interesse por investimento nos trens regionais. Jean Pejo comentou a insignificância da participação de 5% da ferrovia no volume de exportação do Estado, demonstrando gargalhos da estrutura e a subutilização da malha da antiga FEPASA, com cerca de 5 mil km, hoje apenas 2 mil em utilização. Pejo defendeu uma reestruturação no regime de concessão das ferrovias do Estado para que, trechos não utilizados pelas atuais concessionárias, os chamados “short lines”, sejam objeto de nova concessão a quem de interesse, num regime de ganha - ganha para as empresas ferroviárias hoje em ação, empresários da região interessados no investimento e na revitalização do trecho local e na demanda reprimida de carga da região. O deputado Mauro Bragato manterá esta frente em defesa da malha ferroviária paulista aberta, tanto para o transporte de carga como passageiro, para que seja um canal de esclarecimento ao legislativo sobre a necessidade de revitalizar a ferrovia no Estado.
 
 

LIVROS

Os desafios para o Transporte Aéreo Por: Josef Barat
Neste livro, Globalização, Logística e Transporte Aéreo, Editora SENAC, 2012, Josef Barat, membro do Conselho do Instituto IDESTRA, analisa de perspectiva privilegiada os gargalos do sistema de aviação civil e do transporte aéreo em particular. Barat foi diretor de relações internacionais, estudos e pesquisa da ANAC – Agencia Nacional de Aviação Civil em tempos turbulentos. Aqui, a introdução: Os desafios para o transporte aéreo.
Poderíamos divulgar melhor nossas
políticas públicas? Por: Ana Maria de Abreu Laurenza
Políticas Públicas na Imprensa: dá para entender, Editora Annablume, 2013, da jornalista Ana Maria de Abreu Laurenza, diretora comunicação do IDESTRA, acompanha a cobertura da imprensa às políticas públicas, concluindo que falta à mídia assertividade e fórmulas para acompanhar processos longos e complexos. Neste capítulo, a pergunta: O que tornar público nas páginas dos jornais?